Geralmente o adjetivo de
alienado está ligado à população desprovida de conhecimentos científicos e
filosóficos, uma vez que limitados as “lentes” da religiosidade e/ou do senso
comum acabam ficando alheios dos fenômenos políticos, econômicos e científicos.
Atualmente, ser alienado é está desligado dos acontecimentos sociais, é não os
compreender, é não atuar sobre eles. Um intelectual ao desprezar o conhecimento
popular pode estar alienado, uma vez que ao se fechar em seu mundo, acaba não
se reconhecendo como parte do todo. Temos de sair da nossa zona de conforto,
procurar meios para se informar, sempre buscando informações dos dois lados
para formar uma opinião própria. E jamais engolir o que nos oferecerem sem
criticar o que está a nossa volta. Devemos nos posicionar,
não viemos ao mundo a passeio. É preciso posicionar-se, seja nos nossos
vínculos afetivos, socialmente, politicamente ou no contexto que for. Não
devemos apenas nos conformar, nos posicionarmos no mundo é defender nossas
ideias. Para reafirmarmos nossas ideologias a fim de que possamos de fato
imprimir a nossa marca no mundo. Devemos criticar as informações recebidas,
buscar saber “dos porquês”? Para que? Onde? Como? Para quem?
Enfim, buscar compreender o mundo que nos cerca, para que possamos questionar
sobre ele, entendendo que somos parte dele. “A mente deve ser emancipada de
velhos hábitos, preconceitos, processos de pensamentos restritivos e até mesmo
do próprio pensamento comum.
Estudantes de Estética e Cosmética da faculdade Pitagóras cursando 1º período. Alunas: Lorena Teixeira Gabriela Cristina Debora Carolina Daiana Balbino Izabel Cristina Xavier Hellem Dasmaceno Ariana Patricia
Alunas de Estética e Cosmética cursando o primeiro período na faculdade pitagoras.
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